sexta-feira, 27 de março de 2015

Goiânia: Capital ganha mais 8 km de trecho cicloviário

O Corredor da T-7 é mais uma obra da gestão Paulo Garcia que mostra a prioridade do prefeito em melhorar a mobilidade urbana da cidade. Além do foco principal do corredor, a faixa preferencial para o transporte coletivo à direita, serão implementados para beneficiar a população goianiense a melhoria do pavimento asfáltico, correção de pontos de alagamento, calçadas acessíveis e trecho cicloviário com 8,1 quilômetros de extensão. “As obras da T-7 são mais que um corredor preferencial, são um pacote da mobilidade”, assinala o coordenador dos corredores preferenciais da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Domingos Sávio Afonso.

O trecho cicloviário será composto por quatro quilômetros de ciclovia (construção do pavimento), 900 metros de ciclofaixa (segregação da faixa para bicicletas por meio de taxões) e 3,2 quilômetros de ciclorrota (compartilhamento do mesmo espaço onde circulam veículos dotando-o de sinalização). As obras foram iniciadas na Avenida dos Alpes, no setor Sudoeste, com implantação de 1,5 quilômetro de ciclovia. Desde o início das intervenções, no final de fevereiro, foram construídos 380 metros nos dois sentidos. Sávio explica que o período chuvoso deixa o processo mais lento, mas que as ações estão de acordo com o cronograma. “A previsão é de que a obra toda seja concluída em 12 meses”, afirma.

Partindo da Rua Dona Gercina Gomes Teixeira, no Centro, o trecho 1 será composto por 2,5 quilômetros de ciclovia, seguindo pela Alameda dos Buritis e Assis Chateubriand até a Praça do Cigano, no setor Coimbra. O trecho 2 seguirá com ciclofaixa pela Avenida T-6 até a Rua C-32, também no Coimbra, emendando com ciclorrota que segue pela Rua C-22, avenidas C-6, C-12 e C-7, ruas C-46, C-62, C-13, C-63, C-50 e Flemington, no setor Sudoeste. O quarto e último trecho continua no bairro pela Avenida dos Alpes, com ciclovia até o Terminal das Bandeiras, totalizando os quatro quilômetros de ciclovia.

No total, serão investidos R$ 32,427 milhões na construção do projeto, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade do Governo Federal. A obra está sendo executada pela empresa Jofege Pavimentação e Construção.

Calçadas Acessíveis

Em outubro de 2014, a Prefeitura de Goiânia, por meio das secretarias Municipais de Desenvolvimento Urbano Sustentável (Semdus) e de Políticas para Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida (Semped), realizou audiências públicas com a sociedade civil para discutir a minuta do Projeto de Lei (PL) das Calçadas do município. As calçadas foram definidas como elementos urbanos fundamentais para garantir o direito de ir e vir dos cidadãos. O objetivo do PL, segundo o secretário da Semdus, Paulo César Pereira, é “permitir um ambiente em que o cidadão possa transitar com segurança, autonomia e independência”.

Mesmo sendo responsabilidade do proprietário do terreno, as calçadas que abarcam o trajeto do Corredor T-7 serão totalmente regulamentadas para gerar acessibilidade. Os recursos para execução do projeto, que prevê a construção de 21 quilômetros de calçadas sem obstáculos, estão dentro do valor advindo do Governo Federal. “Em Goiânia, observamos que existem vários obstáculos que tornam impossível as pessoas com mobilidade reduzida circularem livremente. Todo o pavimento será trocado e haverá nivelamento para que as pessoas iniciem e concluam passeio ou caminhada pelas calçadas”, comenta Sávio Afonso.

Fonte: Prefeitura de Goiânia

quinta-feira, 26 de março de 2015

DF: Por mais ônibus, manifestantes ateiam fogo a pneus em via de Brazlândia

Cerca de 40 manifestantes fecharam a BR-080, em Brazlândia, no início da manhã desta quinta-feira (26/3). Eles queimaram pneus e impediram que carros passassem pelo local.

Segundo informações da Polícia Militar, o protesto partiu de moradores da região que reivindicavam mais transporte público na região. Ainda de acordo com os militares, o ato teve início por volta das 4h30 e terminou às 7h10, após negociações.

Cerca de oito carros da corporação foram deslocados para o local.

Fonte: Correio Braziliense

Palmas: Termos básicos do edital de licitação do BRT são apresentados durante Audiência Pública

A audiência pública que marca o início do processo licitatório do Sistema de Transporte BRT (Bus Rapid Transit) Palmas Sul acontece na próxima sexta-feira, 27, na Câmara Municipal de Palmas, a partir das 18h30. Na oportunidade, serão apresentados aos setores interessados os termos básicos do Edital de Licitação pelo Regime Diferenciado de Contratação – RDC, que abrangerá a regularização ambiental, projeto básico, projeto executivo e execução das obras de implantação e dos serviços de inteligência do Sistema de Transporte BRT na Região Sul de Palmas.

Técnicos da Secretaria Municipal de Acessibilidade, Mobilidade, Trânsito e Transporte (SMAMTT), do Instituto Municipal de Planejamento Urbano de Palmas e da Secretaria de Finanças também discorrerão sobre a modalidade da licitação, critério de julgamento, condições de participação, habilitação técnica, elementos da proposta técnica e sua pontuação, critérios de aceitabilidade dos preços, prazos e etapas de execução, obrigações da contratada, fiscalização dos serviços e obras, condições de pagamento, reajuste de preços e recebimento dos objetos.

A audiência é aberta à população, mas tem como público alvo empresários do setor de construção civil, infraestrutura viária e tecnologia. Após a explanação do assunto, haverá um momento aberto ao público, que poderá se manifestar com perguntas sobre os termos do edital da licitação. Para o secretário da SMAMTT, Christian Zini, a iniciativa irá dar maior publicidade e transparência ao projeto, que veio revolucionar o traçado de desenvolvimento de Palmas.

BRT

Para dar maior celeridade à sua implantação, o projeto do BRT foi dividido em duas partes: Palmas Centro e Palmas Sul, que consiste na implantação de uma sistemática de transporte com operação regulada por sistema de planejamento, gestão e controle operacional inteligente, circulando em faixa exclusiva e segregada, estações localizadas nos canteiros centrais das avenidas, com embarque em nível e pagamento antecipado nas estações

O edital que será lançado em breve contempla o BRT Palmas Sul, composto por regularização ambiental, implantação de 18 estações de passagem, 01 Terminal Urbano em Taquaralto e 01 Terminal Metropolitano, entre a Av. LO-27 e Av. NS-10, próximo à rodoviária. A extensão total do Corredor BRT Palmas Sul é de 15,45km. Serão executados ainda, 2,7km de abertura de via com faixa exclusiva na Av. NS-10, ligando o Terminal Metropolitano ao corredor BRT.

Complementa o projeto a execução de duas pontes destinadas à circulação do BRT, pedestres, ciclistas e demais veículos, um elevado que permitirá a transposição da Avenida Teotônio Segurado para a Vila Olímpica, de uso exclusivo do BRT e de ciclistas, além de dois viadutos. Este trecho contará ainda com a construção de 25 km de calçadas acessíveis e 7,58km de ciclovias ao longo do corredor.

Fonte: Prefeitura de Palmas:

DF: Cobrança de tarifa no Expresso Sul é adiada para 3 de abril

O começo da cobrança de tarifa no Expresso Sul (um dos corredores do sistema do futuro BRT) foi adiado para 3 de abril. Segundo o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), a data marcada inicialmente, 28 de março, foi alterada para atender aos usuários que precisam adquirir bilhetes eletrônicos, de uso obrigatório nessas linhas.

As duas novas linhas do Expresso Sul, em Santa Maria e no Gama, também só começarão a circular na nova data, em que a passará a ser cobrada tarifa de R$ 3. A bilhetagem automática será imprescindível, uma vez que, por não terem cobrador, esses ônibus não aceitarão outra forma de pagamento. Os cartões são vendidos em todas as estações.

O Expresso Sul liga as regiões administrativas do Gama, do Park Way e de Santa Maria ao Plano Piloto e atende cerca de 270 mil passageiros por dia. Segundo o DFTrans, a integração continuará valendo com as mudanças. Assim, para se locomover entre uma dessas três localidades e o Plano Piloto, os passageiros pagarão apenas uma passagem.

Fonte: Agência Brasília

Brasília-Goiás: população caminha para se tornar uma só

O fluxo de deslocamentos entre Goiás e Brasília está fazendo com que as regiões tornem-se uma só. O fenômeno chamado de “conurbação” foi identificado em estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tratando da organização territorial do Brasil. Segundo os dados, aproximadamente 200 mil pessoas transitam diariamente entre o Distrito Federal e a Região Metropolitana. Número que corresponde a 7,14% da população do total do DF, de 2,8 milhões de habitantes.

Em todo o País, os brasileiros que fazem viagens intraurbanas somam mais de 7,4 milhões. O maior movimento entre municípios está entre Guarulhos e São Paulo capital, onde 146,3 mil pessoas se deslocam todos os dias entre as duas cidades.

Os municípios mais próximos a Brasília e que formam o arranjo populacional são Águas Lindas de Goiás, Planaltina, Mimoso de Goiás, Padre Bernardo, Cocalzinho, Santo Antônio do Descoberto, Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental e Luziânia. “Quase todas as grandes aglomerações e capitais estaduais diminuíram o ritmo de crescimento nas décadas de 1970 a 2010, com exceção de Rio de Janeiro e Brasília”, aponta a pesquisa.

Os deslocamentos entre as duas regiões, indica o estudo, podem promover mudanças populacionais, formando uma nova cidade. “A ligação entre Goiânia e Brasília possui 8.835 pessoas se deslocando e, entre estes dois arranjos, situa-se ainda o município de Anápolis (334.613 habitantes). Entre este município e Goiânia, existem 6.039 pessoas se deslocando para trabalho e estudo e, entre ele e Brasília , 2.395 pessoas. Tal fato poderá ser decisivo na formação de uma nova unidade urbana que unirá os arranjos populacionais entre Brasília e Goiânia”, explica a pesquisa.

Metrópole

A projeção, no entanto, já existe no cenário atual, avalia o doutor em Planejamento Urbano e Regional da Universidade de Brasília (UnB) Neio Lúcio Campos. “Já temos essa metrópole. Ela só não foi institucionalizada”, aponta o docente. “Por isso, do ponto de vista populacional, inclusive, Brasília já pode ser comparada a grandes cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro”, completa.

De acordo com o próprio IBGE, a escolha de Brasília para representar o núcleo entre as cidades é explicada por causa da grande concentração urbana local e por ser a cidade mais populosa entre as estudadas no DF e Goiás. A capital chegou a alcançar o 4º lugar na lista nacional dos municípios mais populosos em 2011, ficando atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.
Mobilidade é o maior problema

Ainda de acordo com a pesquisa, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de toda a riqueza produzida na região, era de R$ 155,27 bilhões na região do DF em 2010. O setor de serviços é responsável pela maior movimentação econômica. Para cada R$ 100 pagos ou recebidos no DF e nas cidades goianas vizinhas, R$ 82,20 correspondem ao setor, sendo que R$ 48,40 passaram pela administração pública.

Nessa relação econômica, há pontos positivos e negativos, segundo o professor da UnB Neio Lúcio. Por ser uma cidade funcional, Brasília oferece oportunidades de emprego à população vizinha. “Eles produzem aqui e consomem lá”, destaca. Nessa configuração, os principais problemas são o trânsito no DF e a qualidade de vida dos moradores dos municípios goianos.

“O maior problema, acredito, é justamente o da mobilidade. Essas pessoas precisariam de uma forma mais rápida de se locomover e com mais qualidade também”, diz Lúcio. Para ele, com os extensos engarrafamentos nas principais saídas do DF, os moradores da Região Metropolitana perdem em qualidade de vida.

Ir e voltar do trabalho

Morador de Águas Lindas (GO), Antônio Carlos Silva Amorim, 38 anos, é encarregado de obras e trabalha no DF. O trajeto de 54 km é feito de ônibus. Ele afirma demorar, em média, uma hora para chegar ao trabalho. “Para evitar o trânsito, eu acordo às 4h30. Se eu demorar, pego um trânsito muito intenso e me atraso para trabalhar”, explica.

A ida, para o trabalhador, é a parte menos cansativa. “A volta é sempre mais demorada, principalmente em dias com chuva, quando já demorei quase três horas para chegar à casa, depois de um dia cansativo no trabalho. Ir e voltar acaba sendo a pior parte do dia”, completa.

Moradores e o transporte

Moradora de Novo Gama (GO), a auxiliar de lavanderia Daniela Roberta Gomes, 33 anos, conta que costuma demorar quase duas horas no trânsito, diariamente, de segunda a sexta. “Isso, sem dúvida, afeta o meu rendimento no meu emprego, pois isso cansa.” Além do cansaço, ela conta que costuma se atrasar constantemente para chegar ao trabalho. De acordo com a auxiliar, o trajeto é feito por uma motivação maior. “Meu sonho é trabalhar por lá (Novo Gama) mesmo, mas não há empregos disponíveis. Então, o jeito é encarar o trânsito e vir para o DF”, ressalta. Para Daniela, sua qualidade de vida melhoraria muito caso trabalhasse na cidade onde mora. “Eu teria mais tempo para fazer mais coisas”, exalta.

Já o morador de Luziânia Elismar dos Santos, pedreiro, 28 anos, revela um problema grave nesse fluxo. “Os ônibus normalmente circulam em condições precárias. Veículos antigos, cadeiras desconfortáveis, falta de estrutura e sensação de insegurança que fica para quem precisa disso para trabalhar e voltar para a casa”, revela. Apesar do reajuste da tarifa, que deixou a passagem a R$ 5,20, pouco mudou. “Falta melhorar muita coisa para valer o preço que pagamos todos os dias”.

Elismar destaca outro problema na locomoção diária: “São poucos ônibus para muitas pessoas. A maioria das viagens é feita com carros lotados. É um absurdo você, logo pela manhã ou após um dia de trabalho, ficar em um ônibus lotado. Isso junto com o trânsito acabam com o trabalhador”.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

quarta-feira, 25 de março de 2015

Goiânia: Transporte pode ficar sem recursos

A execução de novos projetos de mobilidade urbana para Goiânia está ameaçada porque a prefeitura não elaborou o Plano Diretor de Mobilidade Urbana. De acordo com a Lei 12.587 de 2012, todas as cidades brasileiras com mais de 20 mil habitantes devem concluir até o início de abril deste ano o plano. A lei prevê, no artigo 24, que os municípios que não cumprirem a exigência no prazo definido “ficam impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana até que atendam à exigência”.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano Sustentável (Semdus) informou, por meio de nota, que está concluindo o processo licitatório para contratação dos serviços técnicos de elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Goiânia.

A Lei 12.587 foi sancionada em 3 de janeiro de 2012 com prazo para vigência de 100 dias, contados a partir da sanção, ou seja, vigoraria a partir do início de abril daquele ano. A partir da vigência, os municípios tiveram três anos para integrar o Plano Diretor de Mobilidade Urbana ao Plano de Diretor do Município, que no caso de Goiânia, foi revisado pela última vez em 2007. A próxima revisão deve acontecer em 2017, no entanto isso não impede que o planejamento de mobilidade seja incorporado assim que terminarem os estudos.

O plano de mobilidade deve estar em conformidade com a Política Nacional de Mobilidade Urbana que tem entre seus princípios: acessibilidade universal; eficiência na prestação do serviço de transporte público; equilíbrio no uso do espaço público de circulação. O plano se destina a incentivar o uso do transporte coletivo em detrimento do automóvel e contribuir para o desenvolvimento urbano. A lei prevê também que a elaboração do plano deve ser feita com participação popular.

Com a aprovação do Estatuto das Metrópoles por meio da Lei 13.089 de 2015, sancionada em janeiro deste ano, as ações de mobilidade precisam ser integradas na Região Metropolitana de Goiânia que contempla 20 municípios. A lei exige a criação de um plano de desenvolvimento urbano integrado.

A Semdus informou ao Diário da Manhã que, além de estar com o processo licitatório para contratação dos serviços técnicos de elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Goiânia, será feita uma pesquisa para monitorar os principais itinerários de deslocamento da população, chamado de pesquisa origem-destino. Os estudos também envolvem levantamentos de fluxos de tráfego em Goiânia. Tudo isso será fonte de informação para que o plano seja construído. Uma comissão criada em 24 de fevereiro deste ano está analisando as propostas apresentadas no último dia 11 março de 2015 pelas empresas interessadas em elaborar o plano. A previsão é de que a vencedora comece o trabalho em junho e, a partir de então, terá 14 meses para concluí-lo. Desta forma, Goiânia pode ficar sem recursos federais para novos projetos até agosto de 2016.

PREJUÍZO

O coordenador da Associação Nacional de Transportes Públicos Regional Centro-Oeste (ANTP), Antenor Pinheiro, lamenta que o plano de mobilidade ainda não esteja pronto, pois é um grande avanço para a questão dos transportes públicos. “Você vai ter uma ferramenta boa para a cidade, o gestor terá acesso a políticas públicas modernas para o tema. Não há uma cidade no mundo que tenha um bom sistema de transporte sem um bom plano de mobilidade”, avalia.

Até que seja concluído o plano, todos os projetos na área de transporte da Capital que dependam de verbas federais ficam prejudicados. “Se a partir do mês que vem for apresentado qualquer projeto, o ministério vai perguntar, ‘Tem o Plano de Mobilidade?”, explica Antenor sobre os prejuízos que Goiânia pode ter enquanto não atender à exigência.

Obras que já tiveram contratos firmados com o Governo Federal antes do fim do prazo não serão afetadas pela Lei 12.587/2012, pois os projetos foram apresentados antes do final do prazo de exigência do Plano de Diretor de Mobilidade. Entre eles estão os contratos referentes às obras dos corredores do transporte coletivo e do BRT Norte-Sul. Estes serão custeados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Urbana do Governo Federal. A soma financeira destes acordos é de R$ 530 milhões.

Fonte: Diário da Manhã

Goiânia: Linhas 170 e 611 fazem desvios temporários no Balneário Meia Ponte

As linhas 170 (T. Rec. Bosque / Centro / Universitário) e 611 (B. Floresta / Centro) estão fazendo desvios temporários na região do Jardim Balneário Meia Ponte, em Goiânia, desde o início da manhã de terça-feira, 24, quando um trecho no final da Avenida Goiás Norte foi interditado para a realização de obras de saneamento.

Os desvios afetam o atendimento em vinte pontos de parada próximos ao local na região do Balneário Meia Ponte e Recanto do Bosque. Confira nos mapas:

Linha 170 – Sentido Centro

Linha 170 – Sentido Terminal

Linha 611

Para amenizar os impactos da intervenção, o atendimento aos clientes da região está sendo reforçado pela linha 718 (T. Rec. do Bosque / Brisas da Mata), que está trafegando pela Av. Goiás Norte até as proximidades do trecho interditado e atende parte dos pontos por onde a 170 não consegue passar.

As três linhas voltarão ao seu trajeto normal assim que a via for liberada. Segundo a Saneago, a previsão é de que as obras ainda se estendam por mais alguns dias.

Fonte: Consórcio RMTC Goiânia